Webhooks
O webhook é a forma principal de a sua aplicação receber as notas. Com o
monitoramento ativo, a cada documento capturado a Nota Gateway faz um POST para
a URL que você cadastrou, já com o mesmo JSON da nota que as rotas de
documento retornam. Você não precisa ficar consultando: a nota chega até você.
A consulta continua existindo, mas como via de reconciliação e auditoria — para conferir o histórico ou reprocessar um intervalo —, não como forma principal de descoberta.
Cadastro
O webhook é registrado pelo painel, não pela API. Em Web hooks, clique em Novo web hook e preencha:
| Campo | Obrigatório | O que é |
|---|---|---|
| URL | Sim | O endpoint HTTPS da sua aplicação que vai receber o POST. |
| Content-Type | Sim | Formato do corpo enviado. Padrão application/json. |
| Token | Não | Um valor secreto que enviamos junto da requisição, para o seu endpoint confirmar que a chamada veio da Nota Gateway. |
Você pode cadastrar mais de um webhook, e cada um tem um estado Ativado que liga ou desliga a entrega sem precisar apagar o registro.
O payload enviado é o mesmo JSON da nota retornado pelas rotas de documento.
O cabeçalho em que o Token viaja, a política de retentativa quando o seu
endpoint não responde 2xx e a assinatura da requisição são detalhados na
documentação do webhook.
O que o seu endpoint deve fazer
- Responder rápido com
2xx. Confirme o recebimento antes de processar; faça o trabalho pesado de forma assíncrona. - Ser idempotente. Trate cada nota pela chave de acesso: se a mesma nota chegar duas vezes, o resultado deve ser o mesmo.
- Validar a origem. Se você cadastrou um Token, confira-o antes de aceitar a requisição.
Quando ainda usar consulta
O webhook cobre o caminho feliz. A consulta é a rede de segurança para os casos em que ele não basta:
- Seu endpoint ficou fora do ar e você quer reprocessar um intervalo.
- Você precisa reconciliar e provar que nenhuma nota ficou de fora.
- Você está integrando pela primeira vez e quer ler o histórico já capturado.